terça-feira, 16 de agosto de 2011

“A OCASIÃO QUE DEVE DESPERTAR EM NÓS O SENSO DE DEVER”


Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, pois naquele se vê o fim de todos os homens; e os vivos que o tomem em consideração” Ec.7:2


É quase que unânime entre as pessoas, não se sentirem bem no ambiente de velório. Dentre as razões, está o fato de que ninguém quer “morrer”, e nem tão pouco “perder” um ente querido, que dependendo do seu ponto de vista religioso ou filosófico, não mais verão aquela pessoa. Além do mais, paira no coração das pessoas, o “sentimento” de que, dependendo da pessoa que morreu, uma “injustiça foi feita”; e quem é o culpado? Quase sempre tem sido o nosso Deus. Somando a tudo isso, a maioria destas pessoas não tem Cristo como seu Salvador, instalando-se o desespero e a preocupação na vida das mesmas.


Diante disso, é mais do que oportuno que os vivos, pelo menos os que pensam estar vivos, atentem para o desafio feito pelo sábio, quando disse: “Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, pois naquele se vê o fim de todos os homens; e os vivos que o tomem em consideração”. Esse é um momento que deve nos levar a refletir sobre nossa limitação e erradicar de nós toda a prepotência, que porventura esteja nos impedindo de enxergar o verdadeiro sentido da vida. É a hora de atentarmos para o que Isaias disse a nosso respeito: “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo de imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento, nos arrebata” (Is.64:6).


Porém, mais do que refletir sobre a situação em que todos os homens estão envolvidos, é acima de tudo, a oportunidade de reconhecer a necessidade de um Salvador. Paulo desafiou os atenienses ao dizer: “ora não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em todo parte, se arrependam” (At.17:30). Manter a arrogância é o mesmo que ser chamado de zombador, pois é dito no livro dos provérbios: “Quanto ao soberbo e presumido, zombador é seu nome” (Pv.21:24). Devemos nos arrepender e correr para os braços do pai eterno.


Por fim, essa reflexão deve nos levar a compreensão de que a morte é inevitável. Por causa do pecado de Adão, nosso representante (Rm.5:1-12), todos passamos a condição de que um dia voltaremos ao pó “porque tu és pó e ao pó voltarás” (Gn.3:19) , “aos homens está ordenado morrerem um só vez” (Hb.9:27). Porém mais do que morrer existe uma realidade que pode ser boa ou ruim, depende da escolha que fizermos nessa vida. Essa realidade está entre desfrutar da presença de Deus por toda a eternidade “quem ouve s minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida” (Jo.5:24), ou ser condenado por toda a eternidade, “E se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo” (Ap.20:15). A escolha tem que ser feita nessa vida.


Está aqui à forma de como se deve avaliar a morte, seja de um ente querido, amigo, vizinho ou até mesmo pensar no seu próprio dia. Saiba que a maneira como você avalia e responde a proposta divina, definirá o teu futuro eterno. Espero que aqueles que já conhecem a Deus por meio de Jesus Cristo continuem firmes, avaliando sempre o seu estilo de vida. Mas aqueles que lerão ou ouvirão essas orientações, e que ainda não têm Jesus como seu Salvador, que se arrependam o quanto antes. Deus o abençoe!


Pr. Adão e-mail: adao-s2005@ig.com.br

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